Café, noite e chico.
Pensar sobre todas as problemáticas filosoficas, letristas, sociais, emocionais, intimas, psicoticas. Cala a boca, mundo!
Quero de verdade poder olhar p lado, olhar p olhos miúdos que pedem por um sorriso, um abraço, uma palavra em francês. Tão pequena, mínima, clara.
To na porta. Olha pra mim!
sexta-feira, 14 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
Meio dia
A barulheira deu lugar ao canto
Desci do ônibus, com a costa gritando
O SOl estava ríspido, grosso, quente
De repente lembrei da calmaria do conjunto, da simplicidade da infancia
E uma voz cantava uma cantiga, embalava o menino na rede
Cantiga para dormir, nunca ouvi. Não daquela forma
A silhueta ao longe, escura.
Mas de que importa o rosto quando a voz vomita o coração?
Cantava ao meio dia para o menino
Cantou para mim, acalmou meu coração
Fez-me dormir a tarde. Com aquela canção.
Desci do ônibus, com a costa gritando
O SOl estava ríspido, grosso, quente
De repente lembrei da calmaria do conjunto, da simplicidade da infancia
E uma voz cantava uma cantiga, embalava o menino na rede
Cantiga para dormir, nunca ouvi. Não daquela forma
A silhueta ao longe, escura.
Mas de que importa o rosto quando a voz vomita o coração?
Cantava ao meio dia para o menino
Cantou para mim, acalmou meu coração
Fez-me dormir a tarde. Com aquela canção.
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