Pergunto sobre a física a ti
Tu não sabes
Pergunto das ruas
Tu não sabes
Pergunto das pessoas, do mundo, da ciência
Tu não sabes
‘’Ora, que ser tu és? Nada tu sabes!’’
‘’Eu sei do teu coração, pequenina’’
Silêncio.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
Bruxa, mulher

E com muito orgulho!
Nascida para a magia, para o mistério
Pois é somente quando me confundo confundo com o verde
É que de fato me encontro!
Caldeirão mágico, seres mágicos e iluminados
Rodopiando em volta de fogueirasm saudando a Grande Mãe
Adentrando matas, revestidas de folhas, reencontrando o Deus Cornífero
Orgulho em ser pagã
Em ser Stregha, Bruxa!
O poder do três vezes três
O altar erguido debaixo de meus olhos
A chama que voa longe, solta fagulhos
O ar que dança entre minhas narinas
A água que molha meus sentidos, embriagando-me
A terra que piso
E os cristais que furam meus pés energeticamente
Vim da natureza
Trazendo na alma a bandeira do respeito
Da magia, da esperança, da energia!
Saudadas sejam minhas saudosas irmãs
Resistimos à Inquisição, às fogueiras
Eles morreram... Mas nós estamos aqui
Com o punhal e fogo.
Que assim seja,
Que assim se faça!
Que assim se faça!
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Poesia
A poesia é o grito
Grito da alma, do coração
Palavras gritadas, escancaradas
Visões noturnas, diurnas
Algumas desconexas
Que sempre chegam ao mesmo lugar
Que sempre roubam um pouco de si
São vozes que se formam na mente
Elas vêm assim, de repente
Na calada do meio dia
Em faces, em olhares
Não ao acontecido
Ao sentido, ao sentimento
A dor, o amor, a magia
Olho minhas mãos em meio a tantas pessoas despreocupadas. Mãos sujas, calejadas e de cor breve. Calos, doces calos...
Grito da alma, do coração
Palavras gritadas, escancaradas
Visões noturnas, diurnas
Algumas desconexas
Que sempre chegam ao mesmo lugar
Que sempre roubam um pouco de si
São vozes que se formam na mente
Elas vêm assim, de repente
Na calada do meio dia
Em faces, em olhares
Não ao acontecido
Ao sentido, ao sentimento
A dor, o amor, a magia
Olho minhas mãos em meio a tantas pessoas despreocupadas. Mãos sujas, calejadas e de cor breve. Calos, doces calos...
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